quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Posto Euclides da Cunha

Foto/colaboração: Zezé Lima e Helder Lima


Posto Euclides da Cunha de propriedade de José Dantas Lima (Zezé Lima), inaugurado em 1961. O posto era localizado na Rua Almerindo Rehem,











>>>Antonio França ao lado da bomba de gasolina ainda com bandeira Texaco em 1957









O primeiro posto era conhecido como "Posto de Seu Gabriel" (empresário de outra cidade que veio aqui comercializar), localizado na esquina, próximo de onde hoje funciona a Casa da Ração de Hélio na Avenida Almerindo Rehem. Era abastecido por meios de tambores de gasolina trazidos da companhia Atlantic situada na Feira de Água de Meninos pelo senhor Nelson Bastos que fazia o transporte exclusivo de Salvador para Euclides da Cunha.
Com o falecimento de Seu Gabriel o posto de gasolina veio a ser adquirido por Dão Félix que durante muitos anos manteve esse comércio



Em segundo, no ano de 1959, foi o Posto Texaco no comando do empresário Bernadino Menezes.
Hoje, no local, ainda funciona o Posto Sírius com a mesma bandeira.




Na Rua Almerindo Rehem funcionava os únicos 3 postos da cidade. Por esse motivo a rua ficou conhecida como "Rua da Bomba", referindo-se a "bomba de gasolina" como era chamado. Hoje em nossa cidade funcionam 11 postos bem equipados.





Na imagem ao lado, a seta preta indica a localização do Posto Euclides da Cunha, a seta amarela o "Posto de Seu Gabriel" que posteriormente foi o Posto do Dão e, na seta branca, o Posto Texaco, hoje, Posto Sírius




Informações: Hildebrando Siqueira

Inauguração - Prédio Escolar Araçás - 1972

Foto/contribuição: Zezé Lima e Helder Lima

Inauguração do Prédio Escolar Araçás na gestão do prefeito Enoque Canário em 1972

Entre os presentes estão (da esquerda para direita): Rita Campos, Zezé Lima, Detinho Campos, Joaquim Paranhos ( Quinquim Paranhos), Osvaldo Dantas (Dr Osvaldo), Benilda Campos (atrás), Dr Ranulfo Campos, Nezinho Costa, Enoque Canário (Prefeito), Luiz Agres Carvalho (Lula) e Belonaide Campos

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Dr Coutinho e amigos

Foto/contribuição: Fernando Moura

Da esquerda para direita: Dr Coutinho, Joviniano de Moura Ferreira conhecido como Seu Moura (Auditor Fiscal Federal) , Dr Elson Torres de Aquino, Miguel Soares dos Santos (Auditor Fiscal do Estado) e Edvaldo (motorista do DNER) - 1959
.
Natural de Serrinha - Ba, Antonio Nogueira Coutinho (Dr Coutinho) foi um grande profissional em nossa cidade, atuou como médico em Euclides da Cunha por quase duas décadas.
A clínica de Dr Coutinho era situada na Avenida Ruy Barbosa, vizinho, na época, do Cine Maria da Graça. Hoje funcionam no local as lojas Papitex e Carvalho Modas





Agradecimentos...

>>> Muito obrigado João Bosco Soares dos Santos que se identificou como "Humanização do Ser Humano" pelo seu belíssimo comentário! Fico muito grato com suas palavras progressistas e empolgantes dando mais alegrias, mais brilho e estímulo de fazer cada vez mais por nossa cidade e por nosso passado. Vamos juntos! Aprimorando juntos, consertando aqui, mexendo ali e, assim, embelezar cada vez mais e mais. Com certeza, logo teremos, não um blog e sim um site com infinitas informações de grande importância para nós. O Museu do Cumbe Agradece!!
Nosso museu agradece também a Fernando Moura pelo esforço na entrega de tres raríssimas fotos e informações precisas. Enfim, a todos que colaboram com o nosso Primeiro Museu Digital e, também, aqueles que, no mínimo, colaboram viajando com a gente nesta nave.
(21-08-2010) <<<
Ney Campos

Desfile da Escola Paroquial São José - 1960

Foto/contribuição: Fernando Moura filho de Seu Moura e da Professora Dulce

Entre eles:
No cavalo castanho está Zé Carlos de Zé de Bia (representando D. Pedro I); Zé do Zuca está montado em sua égua Asa Branca e, logo atrás, em fila, João Lima de Raimundinho Lima (a criança vestido de índio)

>>>> Foto tirada em frente ao depósito de sisal de Felisberto (ex-prefeito de Quijingue), próximo onde hoje está localizado o Educandário Oliveira Brito.

Igreja Velha do Cumbe - Procissão

Foto: Livro - No Sertão do Conselheiro (José Aras)


Procissão em homenagem a Nossa Senhora da Conceição - Década de 30

Festa da Padroeira: É a principal festa religiosa de terra
Desde os primórdios, Nossa Senhora da Conceição é a Padroeira do Cumbe. Sua primeira festa foi realizada no dia 8 de dezembro de 1880 (quarta-feira), na mesma data da criação do povoado. Esse dia, também, era o da feirinha que depois, e por conveniência, foi transferida para o dia de sábado.
As novenas principiam sempre no penúltimo ou último dia de novembro, culminando os festejos com a missa solene, procissão e a bênção do Santíssimo, no dia consagrado a virgem.
Com as novenas são realizados leilões, quermesses, muitas vezes animadas por músicos e cantores sobre um palanque armado defronte à igreja, liderados, até há pouco tempo pelo nosso saudoso Edmundo Esteves e seu bandolim.


Trechos extraídos do livro: No Sertão do Conselheiro - José Aras

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Futebol em Cumbe

Fotos/contribuição: Professor Delço Mathias

Os atletas ao lado, da esquerda para direita: Mané quer viver, Pedrinho de João Batista, Delço Mathias, Joãozito Campos e Antonio da Tiburça. (1952)
Na época as pessoas torciam para os times: Preto e Branco, Vermelho e Branco, Preto e Azul, etc
As camisas, bolas, calçados, eram trazidas de Salvador por Delço Mathias.
O primeiro campo de futebol ficava situado onde hoje funciona a Cesta do Povo na Avenida Ruy Barbosa. Depois foi transferido para a área do Banco do Brasil, entre o banco e a residência da Professora Beatriz (mãe de Pequinho Abreu). Algum tempo depois o campo ficou localizado na área onde hoje funciona o Bar do Ravengar e, posteriormente, foi para a área do Centro de Abastecimento. A Rua do Banco do Brasil e adjacentes até hoje é conhecida como Rua do Campo.


Os jogadores começaram a ganhar dinheiro adquirindo sacos de café para cercar todo o campo e, desta forma, só assistia o jogo quem comprava o ingresso.
O campo velho, que até pouco tempo existia, onde hoje está o centro de abastecimento, veio depois.
O primeiro time uniformizado foi o "Azul e Branco" com seu responsável Josiel Bezerra, irmão de Zuza Bezerra.

Em 1977 houve o intermunicipal. Euclides da Cunha chegou a jogar contra o tradicional time de Feira de Santana vencendo por 2 a 0.











Texto: Ney Campos







Entre os jogadores ao lado estão: Didi, Lelê, Zé Cearence e Lorival Felix



>>Clique nas imagens para ampliar




Fique a vontade no reconhecimento dos jogadores. Deixe sua mensagem na caixa de comentários




Grêmio
De pé: Everaldo (com a criança) Nino, Becão, Bebeto, Rasta, Zé de Fulgêncio, Álvaro, Macarinho e Rosângela
Agachados: Marcio Greik, Bunda, Cancão, Corró, Marinaldo, Lalá
Crianças: Éverton, Titio, Bebetinho, Júlio César, Galeguinho, Junior Abreu, Ânderson, Guigui
Contribuição/Foto Grêmio: Samuel (Samuca)

Foto/contribuição: Toinho Costa

Time CBDE em 1975

>>> Clique na imagem para ampliar

Em pé:
Dôro; Netinho; Toinho Costa; Sidney; Vamberto; Iomar e Buzuguinha

Agachados:
César; Zema; Toinho da Profª Rita; Hamilton; Toinho de Zé de Bia; Edilson e Joelson.





Lucinha Campos - Madrinha da Associação Atlética Baneb - 1971




segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Feira Livre de Euclides da Cunha - Bahia

Foto abaixo: Antiga feira na Avenida Ruy Barbosa (Foto Uneb - G5)
Em Euclides da Cunha, realiza-se aos sábados a feira muito bem diversificada, a melhor feira do sertão baiano. Começa a ser montada no dia anterior, a noite, assim que começam a chegar os primeiros produtos para a venda. Chegam de camionetas, ônibus e caminhões.

São centenas de barracas que espalham-se por mais de 1 km nas ruas da cidade, comercializando uma grande variedade de produtos, principalmente objetos do artesanato popular: todos tipos de chapéus, brinquedos, objetos de barro e cerâmica, gaiolas e muito mais
Atravessando a BR 116 chega-se ao centro de abastecimento. Lá encontra-se cereais, frutas, verduras, ervas medicinais, carnes, etc. Há também, barracas de alimentação, como as tradicionais Barracas da Laura, da Nega e outras.

Existe um setor chamado troca-tudo ou feira do rato. São negociados bicicletas, relógios, rádios, roupas, instrumentos musicais, e com muita pechincha. Há também violeiros, safoneiros repentistas, tocadores de pífanos, etc

A feira era realizada na Avenida Ruy Barbosa desde 1947. Em 03 de julho de 2010, foi transferida para a Rua Castro Alves e ruas adjacentes. Por sua diversidade, a nossa feira conquista cada vez mais os turistas.

Abaixo feira Rua Castro Alves
















Ao lado: Barraca da Laura, existente desde 1985

Laura atendendo sua clientela às 6 horas da manhã no Centro de Abastecimento. Antes, a barraca ficava situada na Rua Castro Alves, próximo a prefeitura velha.






No café da manhã das barracas é servido: Café, Feijão, bode assado, ensopado de boi e bode, cuscuz, macarrão, arroz, aipim, galinha caipira, etc



Batista, ao lado, preparando seu estômago para enfrentar o dia da grande feira de sábado


Texto: Ney Campos

domingo, 8 de agosto de 2010

Para relembrar e descontrair...

Abaixo os produtos que foram "febre" em nossa cidade e no Brasil nas décadas de 60, 70 e 80

Vai e Vem ou poing (Anos 80 - Ótimo exercício para as crianças. Abrindo e fechando os braços com uma pequena técnica, fazia a bola oval ir e voltar nos fios com agilidade) - Refrigerante Tubaina(garrafa de 600 ml, de baixo custo. Era muito consumido nas merendas em turmas de 3 a 4 pessoas) - Balas Soft (mania da garotada)









Chiclete ping pong (O Ping-Pong concorreu com o Ploc durante muito tempo até que foram comprados pela mesma empresa que fundiu as marcas. Logo após, a embalagem tinha uma metade de cada cor, uma lembrando do Ploc e a outra do Ping-Pong) - Pião de madeira (O mais antigo - feito de madeira, ponta de metal e barbante - Segundo pesquisadores, existe desde o século XIV) - Patinete (fazia o maior barulho nos passeios alheios, mais utilizados pelos meninos. Zeca Dantas do Hotel Lua dava muita bronca na meninada que usava esse brinquedo no seu passeio, pois, acordavam com imenso barulho todos os hóspedes)











Melissinha (era o xodó das meninas) - Grava Letras (Gravava letras em alto relevo numa fita colante para marcar os objetos pessoais) -
Máquina Love (Quem se lembra da famosa máquina fotográfica descartável Love? Ela era muito bonitinha e a propaganda dizia que custava menos que um filme. O flash comprava-se separadamente para 4 fotos em locais de pouca luminosidade.
As fotos eram pequenas, mas com uma qualidade razoável.











Fitas Basf (existia as fitas de 45, 60 e 90 minutos, metade em cada lado, "A" e "B" - Conga (muito usado nas escolas) - Balas de caramelo















Refrigerantes - Balas Juquinha - Kichute (de baixo custo, usava-se em escolas e no futebol. Com certeza um dos maiores charmes do Kichute era a forma de se amarrar o cadarço. Tinha um cadarço super longo, e muitos usavam-no dando uma volta no tornozelo)











Ficha para Telefone Público (uma ficha durava 3 minutos em ligações locais. Se a ligação não chegasse aos 3 minutos, a ficha era devolvida pela parte inferior do telefone para o uso dos minutos restantes em outra ocasião)
Refrigerante Cruch (Laranja ) - Tábua de pirulitos (muito barato e as crianças se deliciavam












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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Indústria de Calcário Sublime S/A - Cal Sublime

Fotos/contribuição: Josenito Siva Neto (Nego do Ganga) e Cassio Neves




>>>Clique nas imagens para ampliar


A descoberta da cal é anterior a 1890 no Pai Tomé e no Curirici.
Os primeiros exploradores fabricavam cal de pedra, vendendo em Monte Santo e Tucano. A pedra calcária era encontrada nas encostas da cordilheira do Muribeca, em direção ao norte.
A cal de Cumbe era também vendida em Cipó e Soure, e chegou a ser comercializada para Salvador, transportada pela estrada de ferro, devido a sua excelente qualidade.
No final da década de 30, Benardino Menezes adquiriu o fabrico de cal de Joaquim Santana Lima, impulsionando a indústria e modernizando-a, criando a “indústria de Calcário Sublime”, que foi desativada depois de ser incorporado ao estado da Bahia. (Texto/Livro: No Sertão do Conselheiro - José Aras)

Nas fotos/Década de 70: Construção do Hidratador - Forno de calcinação - Moinho - Forno 3 - Trilhos para pedras - Caçamba para transporte de pedra bruta - Carregamento de calcário

Sua produção era de 280 toneladas / dia






segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Mapa de Euclides da Cunha

Guia rápido dos principais povoados de Euclides da Cunha


Clique na imagem para mais nitidez










1. Aribicé - 2. Baixa do Exu - 3. Cajazeira - 4. Caimbé - 5. Carnaíba 6. Cipó -
7. Ferro de Engomar - 8. Juá - 9. Junco - 10. Massacará - 11. Mestre Campos -
12. Muriti - 13. Ruilândia - 14. Santo Antônio - 15. Serra Branca
16. Tinguibonhem - 17. Vila dos Peões


Fonte: faceuclides.com.br