terça-feira, 21 de setembro de 2021

A noite em que Waldick Soriano redesenhou o society carioca

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Por Celso Mathias 



Encontrei esse delicioso texto de Renzo Mora, que me fez viajar ao início dos anos 60 e recordar o meu primeiro “copo” de vinho, o abominável – não naquela época –  Liebfraumilch, aquele da garrafa azul, importado diretamente da Alemanha. Waldick Soriano, então casado com uma tucanense que seria parente do meu pai, viera a Euclides da Cunha, para se apresentar no Cine Maria da Graça. Fui recepciona-lo no Hotel do Guinho, que ficava na Rua da Bomba, onde hoje está instalada a loja Canário Materiais de Construção. Calça de veludo cotelê marrom, camisa xadrez, sapato mocassim, chapelão de cowboy e o indefectível óculos escuros, subimos a pé para a Praça Duque de Caxias e fomos ao Café Society, o bar de Zezito, pai do popular Ney Campos, localizado onde hoje funciona o Bar Princesinha. Ali, retirou da sacola, aquela linda garrafa e me ofereceu um copo com o “leite da mulher amada”. Foi o primeiro de milhares de outros copos de vinho que até hoje venho degustando e aprendendo. Obrigado WaldicK!


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domingo, 19 de setembro de 2021

Euclides da Cunha - Resumo da nossa história

 Por Oswaldo Dantas Lima Júnior



segunda-feira, 21 de junho de 2021

CEEC entrevista Dionísio Nóbrega



CEEC entrevista Dionísio Nóbrega

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segunda-feira, 10 de maio de 2021

Luis Satana Lima (Luis Calderão)


Por Dionísio Nóbrega

  As terras avermelhadas de Cumbe, que faziam parte do Sitio Gameleira, nunca foram bem valorizadas, talvez pela inexistência de olhos d’água ou por estarem distantes dos rios Vaza-Barris e Itapicuru.

No seu entorno havia algumas casas, uma até distante da outra. Mas com a influência da família Reis de Manoel Felix e dos filhos Major Antonino e Helena Maria de São Felix, a coisa mudou. Ao enviuvar, Manoel Felix dos Reis passou a visitar com mais frequência os amigos de Monte Santo, principalmente os “Carvalho Carregosa” do Jenipapo e os “Lopes” e “Moura” da região do Acaru. Resultado: terminou achando uma Lopes Guimarães que o tirou da viuvez. E a filha Helena disse sim, com o consentimento da família, ao pedido de casamento de Manoel Ferreira de Carvalho, nascido na Fazenda Jenipapo (Monte Santo) do pai Antônio Ferreira de Carvalho Carregosa. E foram morar no Curirici dos “Alves de Souza” e dos “Reis” de Manoel Felix para logo depois começar a pensar na possibilidade de construção de uma casa próxima da serra do Cumbe. Clara Francelina de Carvalho, também filha do proprietário da fazenda Jenipapo, com o apoio do marido Balthazar Francisco Lima, também desejou edificar uma casa perto da do irmão.

Ubaldino, sobrinho-neto do Coronel Dedé de Abreu, me contou inúmeras vezes que ouvia muito do pai Jerônimo a história da primeira casa do Cumbe, construída onde hoje é a Rua da Igreja por Manoel Ferreira de Carvalho (cunhado do Major Antonino). Ioiô da Professora concordava em parte com Ubaldino Abreu, mas acrescentava um detalhe interessante ao afirmar que a primeira casa da Rua da Igreja e a primeira da Rua de Cima (por muitos anos conhecida por Rua do Balthazar ou Rua dos Lima) foram construídas concomitantemente.

Nesta casa do primeiro Lima irão nascer da barriga de D. Clara Francelina de Carvalho apenas 3 filhos: Joaquim, Francisco e Ana, que, ao se casar com José Joaquim Caldeirão, presenteará ao mundo uma penca de 8 filhos: o primogênito: Luis Santana Lima (Luis Caldeirão), casado com Dejanira Dantas (Dona Neném); o segundo: Maria de Santana Lima (Maricota), casada com Apolinário Manoel dos Santos; o terceiro; Antônia, primeira esposa de Apromiano Alves Campos; o quarto: Joaquim Santana Lima (Joaquim Menino), casado duas vezes, com Maria Garcia de Araujo (Dona Gracinda) e com Emilia Dantas (Dona Nazinha); o quinto: Adelaide, com Isaias Manoel dos Santos; o sexto: Alexandrina, primeira esposa de Belarmino Augusto Campos (Belo Campo); o sétimo: Clara (Dona Clarinha), com Antônio da Silva Dantas (Totonho Dantas); o oitavo: João de Santana Lima (Joãozinho, o caçula, solteiro, falecido com 26 anos em 06/07/1933).

Dos filhos naturais com Maria Dantas da Silva (Dona Maria de Joaninha, do Banzaê), Luis Caldeirão só reconheceu Edson de Lima Dantas (nascido em 13 de novembro de 1915). Anos depois, em 1925 casou-se com Dona Neném, que lhe presenteou meia dúzia de filhos: Anice, Raimundinho Lima, Naide Lima Campos, Zelito, Antônio Luis e Lulu (Lulu Modas)

Foto do Capitão Dantas segurando a mão de duas filhas: Maroca (primogênita) e  Elvira. Dona Balbina, ao lado do filho Totonho Dantas. 

Atrás, a babá segura Dejanira (Dona Neném), futura esposa do Delegado Luiz Caldeirão que hospedou Lampião na casa mais histórica de Cumbe, infelizmente hoje em estado de destruição. 


Luis Calderão nasceu em 26 de junho de 1888. Faleceu em 26 de outubro de 1968






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Acervo fotos: família Zé Dantas

sexta-feira, 23 de abril de 2021

Câmara Municipal


O Conselho Municipal foi restaurado pela Constituição de 1946, como Câmara Municipal, sendo eleitos vereadores José Camerino de Abreu, Joaquim Matias de Almeida, Pedro Agres de Carvalho, José da Costa Reis, José da Silva Dantas, José Bizerra Neto e Euclides Alves de Oliveira.

A segunda legislatura foi composta, em 1951, pelos edis Antonio Batista de Carvalho, Joaquim de Santana Lima, Raimundo Dantas Lima, Izaias Ferreira Canário, Fulgencio de Carvalho Abreu, José Bizerra Neto e Teago Ferreira de Carvalho. 

A primeira Camara não funcionou por motivos inexplicáveis.


A partir de 1955, foi a Câmara integrada por onze vereadores: Joaquim da Silva Dantas, João Paranhos de Carvalho Abreu, Antônio Nogueira Coutinho, Cecílio Demétrio dos Santos, José Dantas Lima, Raimundo Dantas Lima, Enock Canário de Araújo, Teófilo Dantas da Silva, José Bizerra Neto, Antônio Miranda e João Augusto Costa;

Da 4a. legislatura (1959 a 1963) participaram os vereadores

Antônio Batista de Carvalho, José Camerino de Abreu, Teófilo Dantas da Silva, Izaías Ferreira Canário, Cecílio Demétrio dos Santos, Raimundo Dantas Lima, José Dantas Lima, Antônio Nogueira Coutinho e Enock Canário de Araújo;

No quatriênio 1963/1967, a Câmara ficou constituída de José Camerino de Abreu, Teófilo Paiva Guimarães, Aloísio Batista de Carvalho, Cecílio Demétrio dos Santos, Antenor Dantas de Andrade, Anfilófio Dantas de Santana, Jaime Amorim da Silva, Raimundo Dantas Lima, Cosme Matias de Araújo, Joel Canário de Araújo e Enock Canário de Araújo;



A 6a. Legislatura (de 1967/1971) teve os edis Raimundo Dantas Lima, José Dantas Lima, Jaime Amorim da Silva, Jaime Ferreira de Abreu, Enock Canário de Araújo, Custódio Sabino da Costa, Antenor Dantas de Andrade, Cosme Matias de Araújo, José Dantas de Abreu, José Camerino de Abreu Pedro Agres de Carvalho;

A legislatura iniciada em 1971, para participar do processo até 1973, foi composta por treze vereadores: Antônio Batista de Carvalho, Teófilo Dantas da Silva, Walther Ferreira de Macedo, Juviniano Gomes dos Santos, Antônio Geraldo Campos, Joaquim José de Santana, Antônio Vieira Neto, Jaime Amorim da Silva, José Renato de Abreu Campos, Otaviano Silva Oliveira, Custódio Sabino da Costa, Enock Canário de Araújo e José Dantas de Abreu;

A 8a. Câmara (1973/1977) foi constituída dos vereadores Antônio Batista de Carvalho, Walther Ferreira de Macedo, Juviniano Gomes dos Santos, José Dantas de Brito, Tomé Pereira Alves, José Antônio da Silva, Antônio Vieira Neto, Jaime Amorim da Silva, Ranulfo de Abreu Campos, Isaías Valério de Almeida, Evaristo Manoel da Costa, João Carlos Félix de Souza e João Ribeiro Gama;

Para legislarem a partir de 1977, foram escolhidos os licurgos Antônio Batista de Carvalho, Teófilo Dantas da Silva, Antenor Dantas de Andrade, Nelson Campos de Abreu, Antônio Vieira Neto, José Dantas de Brito, Lindolfo Dantas Guedes, Custódio Sabino da Costa, Jaime Amorim da Silva, Herculano Dantas de Araújo, Sebastião Miranda da Paz, Tomé Pereira Alves e Joana de Carvalho Abreu.



Fonte: No Sertão do Conselheiro

foto2: IBGE

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