quarta-feira, 15 de junho de 2011

Balão de São João - 1983


Baloeiros cariocas preparando mais um balão para colorir o céu das nossas festas juninas.


Em maio de 1983 chegavam em nossa cidade 7 profissionais do Rio de Janeiro especializados em fabricar e soltar balões, trazidos por Judival Araujo (Nego da Marinha).
Foi um mês de preparo para a grande façanha. Cada dia de festa soltavam-se 4 a 5 balões enfeitados com copos plásticos iluminados com velas, formando no ar imagens e mensagens de boas festas.
O último balão era o mais esperado, o mais bonito, o maior, porém, devido a grande aglomeração tumultuada de curiosos para ver de perto a decolagem na área do açude velho, fez com que a bucha se desprendesse ocorrendo a destruição do artifício no local. Todos ficaram frustrados.

Apesar do perigo de incêndio com a queda de balão na mata, não houve sequer uma ocorrência deste tipo em nossa cidade.

Em 1998 foi criada a Lei de Crimes Ambientais, soltar, vender ou transportar balões.

Foto tirada na área aberta da antiga prefeitura.

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7 comentários:

Claudia Gonçalves disse...

Eu achava lindo, muito lindo!
Ohh que saudades!!!!!

Anônimo disse...

Muito legal só escrevi para aumentar esses comentarios pq só 1 hahaahahahahaha ta loko

Marcelo disse...

marcelo invasao santissmo.tempo bom balao nos ar. saudade nunca vai acabar,que tempo

Anônimo disse...

Só de lembrar desses tempos que não voltam mais e dessas imagens, dá vontade de chorar, pra quem viveu e gosta, sabe do que estou falando.
BALÃO NO CÉU É ARTE NA TERRA!
Tempos bons.......que infelizmente não vai voltar....
NOSSA ARTE NUNCA IRÁ ACABAR!!

Anônimo disse...

como diz o zequinha...
"com céu claro e sem vento... o sonho continua"

Anônimo disse...

Nessa noite eu ainda criança estava aí na camara de vereadores vendo a turma preparar o balão, bons tempos!
Eu aí em pé de braços cruzados olhando o balão sendo cheio. Tempo bom.

Anônimo disse...

Tenho 22 anos e ver essa imagem me da vontade de chorar. Não ha como não desejar ter estado ali. Não ha como não desejar ter feito parte disso. Era um tempo em que brincar custava pouco. Era um tempo perfeito. Lembro me dos meus 5/6 anos. Jogava bola em frente de casa,aqui em um subúrbio de Salvador, e nos céus era sempre possível contemplar baloes. Eramos felizes e não sabíamos.

E hoje? Não resta mais nada daquela magia gratuita dos velhos tempos.
Temos que nos conformar, em ter a nostalgia por testemunha.