
Baloeiros cariocas preparando mais um balão para colorir o céu das nossas festas juninas.
Em maio de 1983 chegavam em nossa cidade 7 profissionais do Rio de Janeiro especializados em fabricar e soltar balões, trazidos por Judival Araujo (Nego da Marinha).
Foi um mês de preparo para a grande façanha. Cada dia de festa soltavam-se 4 a 5 balões enfeitados com copos plásticos iluminados com velas, formando no ar imagens e mensagens de boas festas.
O último balão era o mais esperado, o mais bonito, o maior, porém, devido a grande aglomeração tumultuada de curiosos para ver de perto a decolagem na área do açude velho, fez com que a bucha se desprendesse ocorrendo a destruição do artifício no local. Todos ficaram frustrados.
Apesar do perigo de incêndio com a queda de balão na mata, não houve sequer uma ocorrência deste tipo em nossa cidade.
Em 1998 foi criada a Lei de Crimes Ambientais, soltar, vender ou transportar balões.
Foto tirada na área aberta da antiga prefeitura.
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