Pesquisar este blog

terça-feira, 16 de abril de 2013

Açude de Canudos - 1962

Foto/contribuição: Dionísio Nóbrega

A partir da esquerda: Juviniano Gomes, Mariano Ribeiro (irmão de Maria Elisa Bastos) Raimundo Tomáz de Aquino e Aloísio Batista

domingo, 17 de março de 2013

SOCIEDADE RECREATIVA EUCLIDES DA CUNHA - Posse de Miguel Soares

Foto/contribuição: João Bosco Santos Soares















O primeiro "clube social" de Euclides da Cunha foi fundado pelo médico Dr. Salviano Maia Bittencourt em parceria com o músico e comerciante Edmundo Esteves de Abreu entre 1945 e 1950. Era denominado "Sociedade Recreativa Euclides da Cunha". ficava situado na Praça Duque de Caxias ao lado do Hotel Lua. Em 1962 foi formado um novo clube, o GCREC (Grêmio Cultural Recreativo de Euclides da Cunha) com nova sede situado até hoje na rua D Pedro I. No ano 1967 o então presidente Edmundo Esteves de Abreu adquiriu o prédio da Praça Duque de Caxias e fundou o ACRE (Alvorada Clube Recreativo Euclidense).

Na foto vemos os retratos na parede dos fundadores Dr Salviano Maia Bittencourt e Edmundo Esteves de Abreu.
A partir da esquerda vemos o então Coletor Estadual Belarmino Campos, Deputado José Bezerra Neto (Zuza Bezerra), Miguel Soares (tomando posse como presidente),  João Augusto (Joãozito), Raildo Macêdo (secretário, lendo a ata de eleição), Raimundo Tomaz de Aquino, José Dantas (Zeca Dantas) e bem ao canto, sentado, Serapião Victor. Todos fazendo parte da diretoria do clube dando posse ao presidente Miguel Soares dos Santos

Informações: Hildebrando Maia


_

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Padre Pedro celebrando a última missa de Canudos

Padre Pedro de Euclides da Cunha - Bahia celebrando a última missa de Canudos Velho
Está no vídeo Dona Nenem de Serapião da Loja tocando seu instrumento preferido: O órgão de pedais da década de 50, idêntico  a esse do link:   Piano de pedais - Clique aqui

O vídeo abaixo é parte de um grandioso documentário dirigido pelo jornalista Carlos Gaspar

Assista ao vídeo:






Colaboração: Handerson Monteiro e Elias da Maria Senhora

_

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


Aguarde o texto explicativo sobre este raríssimo vídeo enviado por nosso grande colaborador e incentivador Handerson Peixinho Monteiro

Este vídeo é uma pequena parte de um documentário da construção do açude de Canudos
Em breve colacaremos outras partes importantes e o documentário completo

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Ramalho - O João Gibão do Sertão

Foto/contribuição: Elias da Maria Senhora

Ao lado, Nito de Ananias e Ramalho exibindo sua asa de pano na Praça Duque de Caxias.




>>João Gibão de Saramandaia




Em 1976, acontecia o último capítulo da novela Saramandaia, de Dias Gomes, exibida pela Globo. João Gibão, que escondia suas belas asas, finalmente conseguiu voar.

Dias depois, em nossa cidade, Ramalho, mais doido que cabra em ladeira resolveu incorporar João Gibão da novela. Com barras de vergalhão, pindoba, bambu e uma câmara de ar (sim... câmara de ar, meu povo!), ele construiu sua própria asa.
— Câmara de ar, é? Pra que serve, hein? Pra voar ou pra boiar no açude?

Acompanhado do parceiro Adelmo Coelho (que era doido, mas com juízo), os dois saíram anunciando de porta em porta, de bodega em bodega, que Ramalho iria voar no próximo domingo, às 10 da manhã, partindo da Serra da Santa Cruz. A geringonça alada ficou em exposição, com pompa e tudo, na Fonte Luminosa da praça durante uma semana. Parecia coisa de outro planeta

No dia da façanha, Ramalho levou a traquitana pra serra e, vestido com uma asa de pano e coragem de sobra, corria pelas ruas da cidade gritando:
— Manguelê, mangalá, eu vou voar, vou vooaaaá!

A Serra foi cercada com corda e lona pra cobrar ingresso. E não é que esgotou tudo? Foi um sucesso de bilheteria, parecia até São João antecipado.

 O povo se aglomerou feito formiga em cima de doce.

Depois de embolsarem um dinheirinho bom com as entradas dos curiosos, Adelmo se escondeu dentro de um Fusca, atrás da serra, se tremendo mais que vara verde.

Enquanto isso, a Praça Duque de Caxias tava entupida de gente, todo mundo olhando pro céu, achando que ia ver Ramalho dar um rasante tipo passarinho encantado.

 O povo, de olho arregalado na direção da Rua dos Lima, só esperando o milagre da decolagem.

Mas Ramalho, com aquela cara de quem tem um plano mais torto que estrada de roça, disse que ia pegar o resto dos equipamentos no carro. Foi aí que a ficha caiu: o cabra ia era dar o pinote! O povo desconfiou e começou a correr atrás dele, que parecia final de novela com perseguição.

Adelmo, dentro do carro, nervoso feito bezerro desmamado, deixou cair as chaves no chão do carro. Mas por sorte (ou azar do povo), conseguiu dar a partida e sair em disparada pelo mundo, deixando pra trás uma multidão de euclidenses frustrados, revoltados e com cara de quem comprou ingresso pra ver passarinho... e viu foi nada!
















Informações: Elias Souza, Ohniram Marinho, Gutembergue Maranduba, Tonheco e Doidinho de Totonho de Artur


Texto: Ney Campos

______