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quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

O famoso carro do Google Street View em Euclides da Cunha

Foto: Carro do Google estacionado na Avenida Ruy Barbosa, quase em frente do Enoque Barbeiro, próximo ao Bar Princesinha

 Street View significa Vista da Rua.

Já é possível conhecer as principais localidades do mundo sem sair de casa.

Em novembro de 2010 o Carro do Google teve em Euclides da Cunha-Bahia para fazer a captura das ruas 

O Google Street View foi lançado em maio de 2007 com a intenção de permitir a todos uma exploração do mundo por imagens tridimensionais. Isso fez com que fosse possível ir além da visão aérea restrita de antes para realmente “viajar” pelas cidades como se a câmera fosse um pedestre


A Google coleta as imagens usando câmeras especiais, além de fazer automaticamente a combinação das fotos tiradas com a localização exata, graças ao GPS (Sistema de Posicionamento Global). As imagens são totalmente panorâmicas, girando 360° no sentido horizontal e 290° no vertical.


Atualmente os carros contam com nove câmeras direcionais, sendo oito delas localizadas nas laterais do equipamento para visões em 360°. No topo é usada uma lente olho de peixe para captar a visão de 290° vertical. Scanners que lançam raios laser são encarregados de medir a profundidade e verificar como deve ser a tridimensionalidade do terreno em até 30 metros de distância



Depois da captação, o processamento

Depois que as fotos são tiradas pelos veículos, é hora de realizar o processamento nos computadores. Primeiramente, todas as imagens capturadas são unidas aos dados obtidos para criar um panorama praticamente perfeito.


O próximo passo é o uso de uma tecnologia que detecta automaticamente alguns elementos que estejam na foto. Com essa detecção, é possível apagar e borrar os rostos de pessoas, placas e outras informações privadas nas fotos antes de enviá-las para o Google Maps. Isso evita que informações privadas caiam na internet e causem algum tipo de problema.

Foto abaixo publicada no Google Maps em fevereiro de 2012 - Rua Tiago de Carvalho - Euclides da Cunha - Bahia



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Informações : tecmundo.com.br

terça-feira, 21 de setembro de 2021

A noite em que Waldick Soriano redesenhou o society carioca

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Por Celso Mathias 



Encontrei esse delicioso texto de Renzo Mora, que me fez viajar ao início dos anos 60 e recordar o meu primeiro “copo” de vinho, o abominável – não naquela época –  Liebfraumilch, aquele da garrafa azul, importado diretamente da Alemanha. Waldick Soriano, então casado com uma tucanense que seria parente do meu pai, viera a Euclides da Cunha, para se apresentar no Cine Maria da Graça. Fui recepciona-lo no Hotel do Guinho, que ficava na Rua da Bomba, onde hoje está instalada a loja Canário Materiais de Construção. Calça de veludo cotelê marrom, camisa xadrez, sapato mocassim, chapelão de cowboy e o indefectível óculos escuros, subimos a pé para a Praça Duque de Caxias e fomos ao Café Society, o bar de Zezito, pai do popular Ney Campos, localizado onde hoje funciona o Bar Princesinha. Ali, retirou da sacola, aquela linda garrafa e me ofereceu um copo com o “leite da mulher amada”. Foi o primeiro de milhares de outros copos de vinho que até hoje venho degustando e aprendendo. Obrigado WaldicK!


Clique AQUI e saiba mais     Revista Vida Brasil

https://www.revistavidabrasil.com.br/?p=1166


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domingo, 19 de setembro de 2021

Euclides da Cunha - Resumo da nossa história

 Por Oswaldo Dantas Lima Júnior



segunda-feira, 21 de junho de 2021

CEEC entrevista Dionísio Nóbrega



CEEC entrevista Dionísio Nóbrega

Se seu dispositivo não abriu o vídeo, clique no link acima e assista direto no YouTube




segunda-feira, 10 de maio de 2021

Luis Satana Lima (Luis Calderão)


Por Dionísio Nóbrega

  As terras avermelhadas de Cumbe, que faziam parte do Sitio Gameleira, nunca foram bem valorizadas, talvez pela inexistência de olhos d’água ou por estarem distantes dos rios Vaza-Barris e Itapicuru.

No seu entorno havia algumas casas, uma até distante da outra. Mas com a influência da família Reis de Manoel Felix e dos filhos Major Antonino e Helena Maria de São Felix, a coisa mudou. Ao enviuvar, Manoel Felix dos Reis passou a visitar com mais frequência os amigos de Monte Santo, principalmente os “Carvalho Carregosa” do Jenipapo e os “Lopes” e “Moura” da região do Acaru. Resultado: terminou achando uma Lopes Guimarães que o tirou da viuvez. E a filha Helena disse sim, com o consentimento da família, ao pedido de casamento de Manoel Ferreira de Carvalho, nascido na Fazenda Jenipapo (Monte Santo) do pai Antônio Ferreira de Carvalho Carregosa. E foram morar no Curirici dos “Alves de Souza” e dos “Reis” de Manoel Felix para logo depois começar a pensar na possibilidade de construção de uma casa próxima da serra do Cumbe. Clara Francelina de Carvalho, também filha do proprietário da fazenda Jenipapo, com o apoio do marido Balthazar Francisco Lima, também desejou edificar uma casa perto da do irmão.

Ubaldino, sobrinho-neto do Coronel Dedé de Abreu, me contou inúmeras vezes que ouvia muito do pai Jerônimo a história da primeira casa do Cumbe, construída onde hoje é a Rua da Igreja por Manoel Ferreira de Carvalho (cunhado do Major Antonino). Ioiô da Professora concordava em parte com Ubaldino Abreu, mas acrescentava um detalhe interessante ao afirmar que a primeira casa da Rua da Igreja e a primeira da Rua de Cima (por muitos anos conhecida por Rua do Balthazar ou Rua dos Lima) foram construídas concomitantemente.

Nesta casa do primeiro Lima irão nascer da barriga de D. Clara Francelina de Carvalho apenas 3 filhos: Joaquim, Francisco e Ana, que, ao se casar com José Joaquim Caldeirão, presenteará ao mundo uma penca de 8 filhos: o primogênito: Luis Santana Lima (Luis Caldeirão), casado com Dejanira Dantas (Dona Neném); o segundo: Maria de Santana Lima (Maricota), casada com Apolinário Manoel dos Santos; o terceiro; Antônia, primeira esposa de Apromiano Alves Campos; o quarto: Joaquim Santana Lima (Joaquim Menino), casado duas vezes, com Maria Garcia de Araujo (Dona Gracinda) e com Emilia Dantas (Dona Nazinha); o quinto: Adelaide, com Isaias Manoel dos Santos; o sexto: Alexandrina, primeira esposa de Belarmino Augusto Campos (Belo Campo); o sétimo: Clara (Dona Clarinha), com Antônio da Silva Dantas (Totonho Dantas); o oitavo: João de Santana Lima (Joãozinho, o caçula, solteiro, falecido com 26 anos em 06/07/1933).

Dos filhos naturais com Maria Dantas da Silva (Dona Maria de Joaninha, do Banzaê), Luis Caldeirão só reconheceu Edson de Lima Dantas (nascido em 13 de novembro de 1915). Anos depois, em 1925 casou-se com Dona Neném, que lhe presenteou meia dúzia de filhos: Anice, Raimundinho Lima, Naide Lima Campos, Zelito, Antônio Luis e Lulu (Lulu Modas)

Foto do Capitão Dantas segurando a mão de duas filhas: Maroca (primogênita) e  Elvira. Dona Balbina, ao lado do filho Totonho Dantas. 

Atrás, a babá segura Dejanira (Dona Neném), futura esposa do Delegado Luiz Caldeirão que hospedou Lampião na casa mais histórica de Cumbe, infelizmente hoje em estado de destruição. 


Luis Calderão nasceu em 26 de junho de 1888. Faleceu em 26 de outubro de 1968






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Acervo fotos: família Zé Dantas