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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Emancipação de Euclides da Cunha - Bahia

VOCÊ SABIA QUE o dia 19 de setembro de 1933 é uma data muito importante para Euclides da Cunha, porém, NÃO é o Dia da Emancipação?
O dia 19 de setembro/33 foi o Dia da Restauração.
NOSSA DATA: 11 de junho de 1898
Entenda os detalhes, no vídeo abaixo, pelo historiador Dionísio Nóbrega





Obs: Para se tornar o vídeo mais leve houve diminuição na resolução

Filmagem e edição: Ney Campos


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Mais um CD - Dionísio Nóbrega

"Dedico este CD a três figuras ilustres de Cumbe: Jonas Lívio de Abreu, dono do Cine Maria da Graça, que teve como braço direito a sua esposa Marizete; Edmundo Esteves da Casa da Música, criador da banda The Lunik Son, bandolinista e promotor de grandes festas; Zezito de Belo, fundador do Night Club, do Bar Society e do Serviço de Alto-falante, do qual foi o 1º locutor" comenta Dionísio no seu Sexto CD


Para baixar ou ouvir em seu computador clique AQUI 
Para baixar a capa e as letras musicais clique AQUI
Ouça algumas, abaixo, nesta página

Participação especial: Bandolim (Ney Campos), Violão 7 Cordas (Cinquentinha), Sax: Índio, Vocais (Maura e Zenaide)


01.Saudades do Tempo de Menino (Dionísio Nóbrega)

02.Maringá (Joubert de Carvalho)

03.Assum Preto (Humberto Teixeira / Luiz Gonzaga)
04.Carinhoso (Pixinguinha/ João de Barro)
05.Chega de Saudade (Jobim / Vinicius de Moraes)
06.Deusa da Minha Rua (Newton Teixeira/Jorge Faraj)
07.Ora Vejam Só (J.B. da Silva “Sinhô”)
08.Oh! Carol (Neil Sedaka/ Howard Greenfield / Vs. brasileira: Fred Jorge)
09.Saudades De Matão (Antógenes Silva / Raul Torres / Jorge Galati)
10.Torturas de Amor (Waldick Soriano)
11.Cucurrucucu Paloma (Tomás Mendez)
12.Paloma Blanca (White Dove)(H. Bouwens /Vs. Brasileira: Rossini Pinto)
13.Perfidia (Alberto Dominguez)
14.La Mia Via (Comme d’habitude) (Thibaut / J.Revaux / C.François / Vs: A. Lo Vecchio)
15.’O Surdato' Nnammurato (A. Califanio / E. Cannio)
16.Tornerai Tornerò (Salerno / Paretti)
17.Emmanuelle(Pierre Bachelet / H. Avy)

18.Et Si Tu N’existais Pas (Cutugno/Pallavicini/Losito/ Delanoe/ Lemesle)
19.Grand Jacques (C'est trop facile) (Jacques Brel)
20.J'attendrai (Olivieri / Vs. Italiana: Rastelli / Vs. francesa: Poterat)

21.And I Love Her (Lennon / McCartney)
22.Hey Jude (Lennon / McCartney)
23.Imagine ( John Lennon)
24.Love Me Tender (Elvis Presley / Vera Matson)
25.Michelle (Lennon / Mc Cartney)
26.Speak Softly Love (Larry Kusik / Nino Rota)


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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Avenida Almerindo Rehem - Antes e depois

Raríssima foto da Avenida Almerindo Rehem em 1957.
Observando os pontos marcados:
Seta 1: Funcionava um hotel de Raimundo Paraibano. Como o próprio apelido diz, Raimundo veio da Paraíba com a família e se instalou em nossa cidade onde administrou um hotel chamado de "New Hotel" (ampliando a foto ainda pode observar o nome pintado na fachada do prédio).

Seta 2: Travessa que dá acesso, hoje, ao escritório de Dr Carlos Aquino e a Rua Oliveira Brito. Na esquina, ao lado direito da seta 2, funcionou a padaria de Raimundo Tomaz.

Seta 3: Bomba de gasolina do "Posto do Ítalo" que era pernambucano.




>>>Avenida Almerindo Rehem 2015 - No mesmo ângulo

Seta 4: Hoje o escritório da Coelba.
Em 1957 era a porteira da roça de Benjamim Batista com o cultivo de banana da terra. Lá ninguém entrava para "tirar uma lasquinha" da fruta sem permissão. As bananas mesmo verdes ficavam parecendo maduras por motivo da forte poeira devido a passagens dos veículos.

Seta 5: Hoje, vizinho da farmácia Santana, funcionou em 1957, o "Hotel Brasil" de Raimundo Cearense. Segundo comentários dos mais velhos, existia, naquela época, várias prostitutas na frente do hotel a espera de viajantes. As moças de família, depois das 18 horas, eram proibidas de passar pela rua pra não ficar "mal faladas"

Na década de 70, já moralizado, passou a ser "Hotel Oriente" de "Tide" Silva, irmão do nosso ex prefeito Atayde.
Até a década de 80, a Avenida Almerindo Rehem era chamada (apelidada) de Rua da Bomba, referindo-se as bombas dos postos de combustíveis.

Informações: Antônio Mathias.
Foto 1957: IBGE
Colaboração: Fani Rehem.


Breve tem mais, aguardem!



sábado, 2 de maio de 2015

Pedro de Almeida e Silva

Alguém sabe quem é Pedro de Almeida e Silva? Eu ajudo: ele nasceu em 26/04/27 em Euclides da Cunha/BA, município que abrange a região onde se deu a matança de Canudos pelo Exército Brasileiro. Nada ainda? Seu pai foi um grande tocador de sanfona de oito baixos, o mestre Aureliano. Não identificou? Ele tem um filho chamado Oswaldo de Almeida e Silva que, segundo Zé Gonzaga, é o maior sanfoneiro do Brasil. Não matou a charada? Vou dar meu último auxílio: esse rapaz Oswaldo Silva é conhecido artisticamente como Oswaldinho do Acordeon. E seu pai, já lhe na veio na mente? Não, pois então fique sabendo que Pedro de Almeida e Silva era o Pedro Sertanejo, infelizmente, falecido em 1996 aos sessenta e nove anos.

Pedro Sertanejo é uma lenda do forró! Menino pobre, chegou da Bahia a São Paulo pra vencer na vida e se tornar um ídolo. Foi grande tocador de fole de botão, ótimo compositor, afinador de sanfonas, produtor de discos, radialista (tinha um programa assim como Ivan Ferraz), dono de gravadora e de casa de forró.
O forró em São Paulo só cresceu graças a ele porque teve a coragem de em 1966 fundar o Forró de Pedro Sertanejo, ali no Brás, na rua Catumbi, 183. Todos os grandes nomes do forró tocaram lá. Era uma casa feita pros nordestinos. Aquelas branquinhas paulistas de bochechinhas rosadas não visitavam sua casa de show porque naquela época forró era sinônimo de paraíba, de peixeira, de gente sem instrução, sem nível, que ia pra São Paulo a fim de fugir da seca e não morrer de fome e sede.
Pedro foi um visionário. A sua gravadora Cantagalo foi fundada para que ele desse impulso à sua carreira, mas também pra auxiliar a muita gente de talento do Nordeste que não tinha voz nem vez nas grandes gravadoras. Dominguinhos começou a gravar lá. Camarão, Zé Gonzaga, Geraldo Correia e Anastácia também fizeram discos com Pedro. Até Jackson do Pandeiro! Só Luiz Gonzaga não gravou na Cantagalo.

Da visão de Pedro foi que veio o impulso para que o filho Oswaldinho estudasse música clássica por treze anos e tivesse mestres como Paulo Feolla e Dante D’Alonzo. O reconhecido talento do filho lhe rendeu uma bolsa de estudos no exigente Conservatório Dante de Milão. Hoje, os grandes nomes do acordeom espalhados pelo mundo afora lhe rendem homenagens. Oswaldinho é a maior obra de Pedro Sertanejo!


Foto ao lado tirada na Avenida Ruy Barbosa, em Euclides da Cunha no restaurante de Carlos Amorim - 1996
>>>Entre as pessoas estão: Hélio Souza, Iomar Canário, Carlos Amorim e Pedro Sertanejo - (Foto fonte: Euclides da Cunha - Bahia - Orkut )



Se Pedro Sertanejo não tivesse composto as mais de quinhentas músicas que fez, só duas bastariam para inscrever seu nome na galeria dos grandes compositores de forró. Os forrós Rato Molhado e Roseira do Norte são verdadeiras antologias do gênero. O primeiro fez sozinho e o segundo em companhia de Zé Gonzaga.

Hoje, pouca gente fala no pai de Oswaldinho. Está condenado ao esquecimento como muitos outros. Mas se depender do nosso museu do Cumbe não vamos deixar esquecer.

Então, com vocês, o mestre Pedro Sertanejo com o seu "Rato Molhado". É forró pra ouvinte nenhum botar defeito.







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Por Abílio Neto









Para ouvir ouvir ou baixar em seu pc a música Rato Molhado clique AQUI



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Ao lado, seu filho, o famoso Oswaldinho do Acordeon

quarta-feira, 1 de abril de 2015

ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DO SALVADOR (ALAS)


CADEIRA Nº 20
1º TITULAR : JOSÉ  DIONISIO NÓBREGA













Nascido no município de Euclides da Cunha -Ba, antigo Cumbe do Major Antonino, precisamente na fazenda Lagoa do Barro, no dia 9 de outubro de 1948, José Dionisio Nóbrega  é filho do paraibano Sebastião Nóbrega do Bonfim e da euclidense Filomena Paranhos de Macedo  (Loló) , a primogênita de José Paranhos  de Abreu (Dedé Paranhos) e Maria Olinda de Macedo ( Mariinha de Dedé Paranhos).
Quem lhe deu  os primeiros incentivos para estudar foi sua avó Mariinha, neta de José Martins de Almeida, o qual esteve em Canudos para ouvir algumas pregações de Antônio Conselheiro e trineta de Antônio Homem, que foi o primeiro  povoador da Lagoa do Barro e do Tinguibunhém.
Antônio Homem pode ter vindo da região de Santa Luzia (hoje Santa Luz), lugar onde sua bisneta Raquel Olinda de Macedo (tia de Mariinha) deitou raízes ao casar-se com o italiano de Trecchina – Giovanni Femminella.



Dia 25 de abril de 1955, numa 2º feira, sua avó Mariinha o encaminhou para a escola de Aldenora e Adelaíde, que ficava no “Beco do Cemitério”, bem próximo da “Rua da Igreja”. Ano seguinte, a vovó Mariinha o levou para estudar na Duque de Caxias, situada na rua Otavio Mangabeira (conhecida  como “Rua dos Ricos”) , na qual foi aluno, pela primeira vez, de uma professora formada: Luti de Raimundo Tomás. Nesse mesmo ano, já por influencia dos pais, estudou com a professora Elisanete, filha do pernambucano Sebastião do “Corte” . Só em 1957 é que se transferiu para a Escola Paroquial São José, coordenada de inicio pelo então Pe. Jackson Berenguer Prado e depois pelo Pe. Pedro Monteiro. Dalzinha e Nenem da Quiló foram as duas professoras do 2º ano primário. Em 1958, cursou o 3º ano com a professora Alice e nos anos seguintes, até concluir o primário, com as professoras Dulce Soares e Hildete Abreu.



Em dezembro de 1961, depois de muito choro para estudar fora (E. da Cunha ainda não tinha Ginásio), o filho de Loló e Sebastião foi aprovado no exame de admissão no Ginásio N.S. das Graças (Tucano), fundado e dirigido pelo Pe. José Gumercindo, também professor de destaque de Latim, Francês e Português e, nas horas vagas, também de Grego, com o qual conviveu 3 anos e meio. A conclusão do curso ginasial já foi em 1965 no Colégio Estadual de Feira de Santana.
Ainda em dezembro de 1965, chega a Salvador para pleitear vaga na Escola M.A. Teixeira de Freitas (curso de Administração), que funcionava na Avenida Sete, ao lado da Escola Kate White, onde foi aluno do jurista Edvaldo
Brito, Renato Bião Cerqueira, Ivan Maia Fachinetti, Roberto Campos e tantos outros. Além deste curso profissionalizante de nível médio, de muito bom conceito na época, principalmente pelo corpo docente, estudou simultaneamente o científico no Colégio Central, não chegando a conclui-lo dadas as dificuldades de compatibilização de horário com o primeiro emprego na Fundação Hospitalar do Estado da Bahia (Hospital Couto Maia), onde controlava as contas  nosocomiais, além de datilografá-las.
Ano e meio depois, já em 1969, trabalhando como auxiliar técnico no Instituto do Serviço Público (ISP), depois Centro de Estudos Interdisciplinares para o Setor Público, da Universidade Federal da Bahia, entidade que na época sobrevivia de convênios com a USAID, SUBIN, SUDENE e Estados conveniados, participou da reforma administrativa dos Estados do Maranhão, Piaui e Sergipe. Foi um dos melhores períodos de sua vida, principalmente pela experiência adquirida ao longo de quase 4 anos, trabalhando ao lado de Fernando Sarmento, Jorge Hage, Emanuel de Souza Muniz, Eraldo Tinoco, Luiz Henrique, Raimundo Mendonça, José Carlos Dantas Meireles, Margarida da Costa Batista, Olavo Pedrecal, Antônio Eduardo Portela (padrinho de batismo de sua filha Ludmila Martins Nóbrega), Raimundo Vasconcelos, José Joaquim Calmon de Passos, Eduardo de Freitas Filho, Álvaro Dultra e muitos outros.

Até 1972, cursou Administração Pública pela UFBA, quando foi convidado pelo governo de Sergipe a prestar assessoramento como Auditor Administrativo e depois como Assessor de Planejamento na
Secretaria de Administração do governo de Paulo Barreto de Menezes. No governo de José Rollemberg Leite,  já como funcionário concursado (Fiscal de Rendas), exerceu na Secretaria da Fazenda o cargo de chefe de Documentário Fiscal (Sistema de Informações Econômico-Fiscais) e logo depois designado Assessor Especial. No 1º semestre de 1976, concluiu o curso de Administração (de Empresa) pela Universidade Federal de Sergipe. Ano seguinte, fez pós-graduação lato-sensu (Curso de Administração Tributária) em Brasília, em regime de internato na ESAF, durante o período de 6 meses.


 Em 1978, é nomeado por concurso Auditor Fiscal do Estado da Bahia, cargo que ocupou até 1º de outubro de 2015, data de sua aposentadoria. De março de 1979 a março de 1981, fez em Brasília, na mesma ESAF, o mestrado em Administração. Por dois anos(1987/1989) exerceu a chefia da Divisão da Fiscalização da Secretaria da Fazenda no governo Valdir Pires.
Como convidado, deu aulas na área de administração e planejamento estratégico na UFBA, na Universidade Tiradentes (UNIT), em Sergipe, no Ceteba (UNEB), no ISP (UFBA), na ESAF(BA) e em diversos centros de treinamento do Estado da Bahia e Sergipe. Fez dezenas de pequenos cursos nas áreas de administração, economia e psicologia social das organizações. Elaborou diversas provas de concursos públicos para o Estado de Sergipe.
Na década de 80, por conta própria e por sugestão do prof. José Calasans, começou a pesquisar a história de Canudos tendo como roteiro o livro Os Sertões. Antes, porém, apenas informalmente, ouvia dos mais velhos as proezas de Antônio Conselheiro e seus jagunços.

Por influência de Ioiô da Professora, que já o conhecia desde o tempo de menino, interessou-se em pesquisar os principais povoadores do vasto município do Itapicuru de Cima e do antigo Jeremoabo, chegando a pesquisar também algumas famílias sergipanas das quais descendem muitos sertanejos do nordeste da Bahia. Por pesquisar a história e as famílias do velho sertão de Monte Santo, a Câmara de Vereadores do município de Uauá concedeu-lhe o titulo de cidadão uauaense.






O número de obras históricas e genealógicas publicadas não vai além, por enquanto,  de cinco: “Euclides da Cunha e o sertão de Canudos”, “Padre João Velho de Tucano e a Carnaíba do Pires”, “O Tucucuru do Padre Januário”, “Enock- um Canário protegido de Santo Antônio de Canudos” e “Capitão Dantas e os três Ioiôs de Cumbe”. Palestras sobre temas sertanejos  foram feitas em Aracaju, Salvador, Canudos, Senhor do Bonfim, Euclides da Cunha e Tucano.
Escreveu vários artigos para o jornal A Tarde: “Padre Gumercindo: o educador do sertão”, também publicada na revista de ALAS; “O encontro do padre Sabino com o Cel. Moreira César”, também em ALAS; “O Centenário de Aurélio Laborda”, publicado também em livro sobre os 50 anos da UFBA, do prof.  Edivaldo   Boaventura; “A questão da terra em Canudos”; “A sergipanidade de Jenner Augusto” e outros.
Por gostar de cantar no banheiro de sua casa canções populares  brasileiras, francesas, italianas e espanholas, resolveu com os próprios recursos gravar CDs (já se vão meia dúzia) exclusivamente para presentear aos parentes e amigos que constantemente reclamam e exigem a produção e gravação de mais um, que talvez saia em 2017.
PATRONO:  PEDRO CALMON



Pedro Calmon
Sobre Pedro Calmon Moniz de Bittencourt, nascido em Amargosa (Ba) nos dois primeiros anos dos século XX, disse Josué Montello na apresentação do livro Memórias do grande historiador baiano, catedrático em Direito Público e reitor por muitos anos da Universidade do Brasil:
“Quem conheceu Pedro Calmon e teve o privilégio de seu convívio, dele guardou a lembrança do mestre que tinha o dom da criação imediata, quer falando, quer escrevendo. E mais ainda: sempre jovial,  sempre feliz”.
“E dizer-se que, à vida vivida, como professor, como escritor, como historiador, como ministro de Estado, como presidente da Academia, como reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Calmon ainda deixou o acervo complementar das lembranças que hão de sempre morar conosco, e que no-lo restituem, nas horas em que a evocação se purifica na melhor saudade”.
“O biógrafo de Pedro II ou de Castro Alves, da princesa Isabel e de Pedro I, do Marquês de Abrantes e de José de Anchieta, é o historiador emérito dos sete tomos compactos da História do Brasil, da História das idéias politicas, da História da literatura baiana, além de mestre da Teoria Geral do Estado e do Curso de direito constitucional brasileiro, sem esquecer os três volumes da História social do Brasil, em que o mestre da minúcia factual compõe a visão de conjunto, em base de renovação cientifica, e nos permite dominar em suas características fundamentais, a composição e a transformação da sociedade brasileira”.