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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Primeira Vaquejada 1977

Foto/contribuição: Daniel Esteves de Macedo

Montados: Valmir e Joâo Caldo Fino

Foi no Parque Apromiano Campos que aconteceu a primeira vaquejada de Euclides da Cunha. Era situado na Rua Monte Santo, em frente ao posto Corcel, próximo a AABB. O Parque era propriedade de Joaquim de Apromiano. Nesse local funcionou a vaquejada de 1977, 1978 e 1979.



>>>Pe Jaime e vaqueiros na Praça Duque de Caxias

Joaquim contou com o apoio do Padre Jaime que foi um dos pioneiros da vaquejada, como também, Luca (Fazenda Fortaleza) Zé de Luca, Jau, entre outros.

Outros principais colaboradores foram: Godofredo Gama, Artuzito, Tutu, Vicente de Tutu. Não podemos esquecer de João Veleriano que colaborou com seu trator de esteira preparando a terra para receber os vaqueiros e toda platéia.
Com muito esforço, satisfação e credibilidade, Joaquim de Apromiano viajou por vários municípios conseguindo bons prêmios para os participantes


Em 1980 foi transferido para a BR 116, próximo ao Clube dos Cem, também de propriedade de Joaquim de Apromiano. Com o apoio do governo João Durval virou propriedade municipal. Por iniciativa de Joaquim e aprovação da Câmara de Vereadores o parque foi batizado como Parque Apromiano Campos.








>>>Clique nas imagens para ampliar


Informações: Joaquim de Apromiano



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VAQUEJADA

Foto/contribuição: Professora Arlene Miranda

Missa em setembro de 1987 na Praça Duque de Caxias em homenagem aos vaqueiros da grande vaquejada de Euclides da Cunha que era realizada todos os anos em nossa cidade nas décadas de 80 e 90.

>>> Clique na imagem para ampliar

>>> Detalhe: Nota-se, no canto superior esquerdo, os alto-falantes da Difusora Boa Vista pendurados na torre de iluminação da Praça. Para saber mais sobre a Difusora Boa Vista clique AQUI


O evento era promovido anualmente em nossa cidade para promover e divulgar a caprinocultura, exposição de gado, concurso leiteiro, produtos caprinos com o festival gastronômico, atualização técnica de produtores e palestras sobre temas envolvidos no sistema de produção.


VAQUEJADA
A vaquejada é uma atividade competitiva e recreativa no qual dois vaqueiros a cavalo tem de perseguir o boi até emparelhá-lo entre os cavalos e derrubá-lo dentro das faixas de cal indicadas







>>Parque Apromiano Campos BR 116

Aqueles que não curtem a derrubada do boi, ficam nas barracas durante o dia com os amigos até o anoitecer, para mais tarde retornar e brincar a grande farra musical.

A maior festa de vaquejada que houve em Euclides da Cunha foi nos anos 80 produzida por Carlos Amorim com várias atrações nacionais na gestão do prefeito Renato Campos

>>>Zé Reinaldo entre amigos nas barracas durante o dia no Parque de Exposição em 1987.
Entre eles: Toinho de Bia, Florenilton (Brahma), Joconias (Quijingue), Afrânio e Marcão.


Ainda hoje existe nossa vaquejada, porém de pequeno porte.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Parabéns a todos pelas 100.000 visitas.
Na semana passada chegamos à casa dos cem mil visitantes. É com muito prazer que dou esta informação.
Em fevereiro do ano passado o museu já estava contente em aproximar de 10 mil visitas. Hoje agradeço a todos que divulgaram boca a boca nosso trabalho, que colaboraram com fotos, com fatos, músicas, pesquisas e até um simples acesso.
Continue nos visitando, pois, sempre teremos novas postagens do nosso valioso passado.
OBRIGADO!!!
Para comemorar segue algumas fotos inéditas de nossos arquivos:
Em breve editaremos

Barbearia do Enoque 1980 - Enoque, Zezito, Nego da Marinha, Eugênio Macedo, Edailsa, Cristiane e Meirinha

A Barbearia Reis foi aberta em 1968 e funciona até hoje no mesmo local, vizinho ao Bar Miranda








Anos 50 Avenida Ruy Barbosa - Celso Mathias e Elias da Maria Senhora


Foto/contribuição: Celso Mathias



















Clique nas imagens para ampliar






Entre eles
De pé:
Humberto, ??, Demétrio, Hugo,??, Nilson Rodrigues
Agachados:
Elias da Nália, Lurdinha Carvalho, Audir, Luizão, Beatriz, Zé Rodrigues com seu filho Robinho, Antonio Costa (de óculos), Téu, Nivaldo e Joãozinho
>>Foto/contribuição: Dema da Embasa



1973 - Nosso conterrâneo Celso Mathias produzindo Tomzé (hoje artista de nível nacional e internacional)
























Esquina - Rua Benjamin Constant e Av Ruy Barbosa - Discurso do Governador ACM na inauguração do Banco do Estado - O segundo prédio da esquerda para direita












Nosso conterrâneo "Juca" na seleção Esporte Clube BAHIA - 1974












Em frente ao Baneb - Avenida Ruy Barbosa - 1966












Governador Roberto Santos, Antônio Vieira, Ranulfo Campos, Lula e Renilson Campos



























Mardônio Carvalho, Enoque Canário e secretários do governo Roberto Santos















Comemoração no Grêmio Cultural após a inauguração do Hospital ACM
Ao Centro: José Nunes, Lula e Josué







Fotos/contribuição: Luiz Agres (Lula)





















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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Futebol - CBDE

“ Bom dia! São cordialmente, 8 horas e 10 minutos. Começamos neste domingo, extraordinariamente para avisar a torcida do CBDE que haverá um grande buzinaço às 14 horas. Não percam! É hoje, às 14 horas!...” Anunciava Ivo Borges da Difusora Boa Vista a programação futebolística do dia. Foto/contribuição: Beré
CBDE - Clube Brasileiro Desportista Euclidense
Em pé: Marco do Maninho, Netinho, ??, Juca, Cidnei, Edmar, Vavá e Buzuguinha Agachados: Francisquinho de Guiaia, Paulo (Galo Branco), Antonio Rocha, Beré, Luiz Alberto (Vanusa), Zé Jorge (Monte Santo) e Toinho de Zé de Bia ANO 1981 Ao lado direito (fazendo parte da torcida organizada): Mary (Merinha), Edailza, Joselma de Zé Roxinho, Eglice e São Abreu A população euclidense saiu na hora marcada, regada a muitos fogos em direção ao campo de futebol. Quem estava em casa saia pra ver. A concentração e as algazarras eram realizadas no Bar do Toinho de Bia (Bar Galo de Ouro), situado atrás do Bar da Célia No campo, as torcidas de pé e encostadas nos alambrados retumbavam em um só coro esperando o apito inicial. Do outro lado do campo, muita gente aguardava no bar da D. Alice. Entre o jogador Toinho de Bia estão: Edailsa, São Abreu, Jeselma de Zé Roxinho, Ritinha, Fia, Marcia da Lula, Cláudio (Letrado). Dona Alice Grande que tinha se mudado do Beco da Alice Grande (hoje, Beco da Judite, situado atrás da clínica Dr Aristides) para a rua atrás do Grêmio Cultural em frente ao campo, vendia no seu bar familiar, todo estoque de bebidas entre, Brahma, Antarctica, Cerpa, Cerma, Sruch, Baré-cola, etc. Você já ouviu falar em Alice grande? Bom... Aí é motivo para outra matéria. O CBDE tinha uma torcida considerável e, foi a maior torcida organizada de Euclides da Cunha. Muitas partidas marcaram um verdadeiro clássico do nosso futebol Entre os jogadores estão: Geane de Dona Audir, Márcia, Mary de Zezito e Ritinha de João Manoel. Farra no ACRE após o jogo Da esquerda para direita: Em cima: Carlão, Joelson (Jojó), Vasquinho, Paulo Mota, Samuel do Felipe Em baixo: César da Deusinha, Beré, Luis Alberto (Vanuza) e Zé de Maranduba Alguns times da época: Ipiranga (de Delço Mathias) Grupo Jovem Fluminense Palmeirinha (dos Rocha) Foto/contribuição: Toinho Abreu Time CBDE 1975 Em pé: Dôro; Netinho; Toinho Costa; Sidney; Vamberto; Iomar e Buzuguinha Agachados: César; Zema; Toinho da Profª Rita; Hamilton; Toinho de Zé de Bia; Edilson e Joelson Para saber mais sobre nosso futebol clique AQUI Texto: Ney Campos _

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Projeto Sertanejo - Euclides da Cunha

Fotos/contribuição: Hércules Pimenta (Beré)
Programa Especial de Apoio ao Desenvolvimento da Região Semi-Árida do Nordeste


Lançado em 1976, o Projeto Sertanejo viria atuar nas áreas do semi-árido visando a tornar a sua economia mais resistente aos efeitos da seca, pela associação entre agricultura irrigada e agricultura seca.


Foi instalado em Euclides da Cunha em 1978.

Situadas na área das Casas Populares de nossa cidade, as instalações e residências dos servidores eram feitas de madeira e serviam de apoio para o atendimento em nossa região.

** As Casas Populares (citadas acima) foram entregues pelo então prefeito, Juviniano Gomes dos Santos, em meados de 1980
URBIS - Habitação e Urbanização da Bahia foi criada pela Lei no. 2.114, de 4 de janeiro de 1965,  vinculada estruturalmente à então Secretaria do Trabalho e Bem Estar Social do Governo do Estado **

Na frente, servidor Hércules Pimenta (Beré), de Cuaraci-Ba. Foi enviado para nossa cidade pelo o Governo para serviços na região e, até hoje tem o prazer de nos visitar sempre, por várias amizades que aqui fez.
Beré foi um grande incentivador de esporte em Euclides da Cunha, hoje, atua como professor e atual Presidente da Federação Baiana de Vôlei.





O Projeto Sertanejo teve como um dos seus objetivos principais a melhoria nas condições de vida e de trabalho dos produtores agropecuários da região, particularmente dos pequenos e médios.














Na foto:

Em pé: Toinho Abreu, César, Beré e Hermógenes


O Projeto Sertanejo durou até 1985, no qual foi substituído pelo "Projeto Nordeste"

sexta-feira, 17 de junho de 2011

São João em Cumbe - História

Livro: No Sertão do Conselheiro - José Aras

Toda casa da cidade, da fazenda ou choupana se preparava para a noite de São João, pois, quem não acendesse uma fogueira, São João não passaria na porta.
Fogos em quantidade e o retumbar de pólvora, para anunciar a vinda do Santo do batismo, os compadres, comadres e afilhados.



Nas casas mais abastadas reuniam-se o povo das circunvizinhanças. As moças casadoiras faziam adivinhações com porcelanas d´água ao redor da fogueira. Alguns enterravam facas nas bananeiras para ver se, no dia seguinte, aparecia o nome do futuro cônjuge.
Na roça, a sanfona, o pandeiro e a viola emendavam as valsas com baião; rodas cantadas no terreiro por meninas e mocinhas, até o sol raiá.

Uma alegria contagiante para as pessoas!
O São do passado tinha fogueira em todas as casas. Algumas sendo altas onde se penduravam laranjas amarelinhas e presentinhos, para a meninada apanhar no momento em que ela fosse queimada e caísse. Aí, era uma zoada danada, juntando a algazarra dos meninos e o barulho dos fogos.

A comida era farta para todos que chegassem - muito milho na fogueira, canjica, pamonha, bolo de milho, de aipim, milho cozido, batata doce assada na brasa, amendoim cozido, o delicioso manuê, e muito mais. O licor era de jenipapo, de figo, maracujá ou jurubeba (para os mais fracos)


>>>Casamento na roça - 1987

>>>Divirta-se reconhecendo as pessoas na foto - Deixe um comentário
Foto/colaboração: Nildinha Doida

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